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Gavi: "É um orgulho e um sonho poder jogar o meu segundo Mundial aos 21 anos"

Em entrevista à GQ Espanha, Gavi fala do regresso após a lesão, da ambição para a Copa do Mundo 2026 e do favoritismo da Seleção de Espanha, sem esquecer rivais como Portugal, Argentina, Brasil, França e Alemanha.

9 de junho de 2026Global
Gavi: "É um orgulho e um sonho poder jogar o meu segundo Mundial aos 21 anos"

A poucas semanas do pontapé de saída do Mundial de 2026, Gavi assumiu o orgulho por poder disputar a sua segunda Copa do Mundo aos 21 anos. Em entrevista à GQ Espanha, o médio do Barcelona detalhou a recuperação da grave lesão, traçou expectativas para a competição e abriu a porta dos bastidores da concentração da Seleção de Espanha.

"Sinto-me melhor do que nunca. Sinto-me melhor do que antes da primeira lesão. Vais amadurecendo, aprendendo a cuidar-te ainda mais, a ter as tuas rotinas, conheces-te cada vez mais e isso nota-se", começou por dizer. "Quando entrei no bloco operatório para estar cinco semanas de baixa e depois foram cinco meses, foi um golpe muito duro. Mas sabia que, se me recuperasse bem e jogasse no Barça a bom nível, poderia voltar à Seleção. É um orgulho e um sonho poder jogar o meu segundo Mundial aos 21 anos e representar a seleção do meu país."

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Questionado sobre o estatuto da Espanha na prova, Gavi foi direto: "Somos, de certeza, uma das favoritas. No fim de contas, a Espanha é a atual campeã da Europa e o grupo é o mesmo, muito parecido, com algumas mudanças, como é normal, mas o estilo, o selecionador e o sentimento de família dentro do grupo fazem com que sejamos um dos favoritos. Mas é claro que depois há grandes seleções como Portugal, Argentina, Brasil, França, Alemanha..."

Sobre a convivência no balneário, o internacional espanhol sublinhou o bom ambiente e a competitividade diária: "Diria que me dou com todos os do Barça, mas também com o resto. Procuro manter o bom ambiente entre todos, embora quando toca treinar e competir queira ser o mais competitivo do grupo. Descansar, cuidar-me, passar o tempo com os companheiros a jogar videojogos... e sou muito de ver filmes e séries; tenho de decidir o que vou ver durante esta concentração."

Pilar para Luis de la Fuente, Gavi recordou a estreia mundialista ainda adolescente: "No meu primeiro Mundial era muito jovem, com 17 anos... imagina. Mas sempre fui de dar tudo, não importa teres 17, 18 ou 21. É preciso seguir o plano de jogo que o treinador nos transmite e ter sempre aquele ponto de sorte necessário para ir passando rondas, além de jogar bem e merecê-lo."

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