No desafio 2026 Soccer Pick 'Em da Yahoo com a FOX One, o objectivo é simples: escolher um jogador que some mais golos na fase de grupos do Mundial deste verão. Entre 12 nomes pré-seleccionados, cada golo nos três primeiros jogos da competição vale três pontos. Ao contrário da Chuteira de Ouro, aqui só conta a fase de grupos — o que valoriza ainda mais quem bate penáltis, acumula minutos e tem emparelhamentos acessíveis. Eis o ranking, do menos favorito até ao preferido.
• Lamine Yamal (Espanha) Se estivesse a 100%, seria candidato mais forte. Mesmo com Luis de la Fuente a admitir que pode chegar apto ao jogo de estreia, é difícil vê-lo fazer a maioria dos minutos nos três encontros. Só marcou um penálti pela seleção, pelo que pode nem ser a primeira opção na marca dos 11 metros.
• Romelu Lukaku (Bélgica) Chegou aos 90 golos pela seleção num particular com a Croácia e até poderá assumir penáltis se Kevin De Bruyne não o fizer. Ainda assim, com a Bélgica em transição para uma geração liderada por Jérémy Doku, é de esperar menor volume de jogo para Lukaku.
• Christian Pulisic (Estados Unidos) Os EUA são favoritos no Grupo D sobretudo por jogarem em casa. Ainda assim, enfrentarão duas equipas de bloco baixo (Paraguai e Austrália) e uma Turquia mais forte. Sendo o batedor de penáltis, Pulisic brilhou num ensaio com o Senegal, mas projeções acima de dois ou três golos parecem curtas.
• Ousmane Dembélé (França) e Bukayo Saka (Inglaterra) O argumento aplica-se aos dois: nenhum é o primeiro batedor de penáltis nem o foco absoluto do ataque. Têm capacidade para somar remates e golos, mas não são a aposta “reta” mais segura.
• Cody Gakpo (Países Baixos) No Qatar, marcou em cada jogo da fase de grupos e soma 19 golos em 49 internacionalizações. As dúvidas físicas de Memphis Depay tornam-no opção potencial para penáltis, mas o próprio Depay deverá roubar ocasiões suficientes para baixar o seu teto.
• Vinícius Júnior (Brasil) Ainda não replicou na seleção o nível que mostra no clube: 9 golos nos primeiros 48 jogos, com apenas um penálti batido. Mesmo com duelos teoricamente favoráveis diante de Haiti e Escócia, fica fora das escolhas principais.
• Cristiano Ronaldo (Portugal) Único a marcar em cinco Mundiais, mas com apenas um golo em quatro dessas cinco edições. Liderou Portugal na qualificação com cinco golos (um de penálti) e pode engordar a conta frente a Uzbequistão e Congo. A gestão de minutos aos 41 anos é o travão.
• Lionel Messi (Argentina) Ficou perto da Chuteira de Ouro há quatro anos e liderou a Argentina na qualificação com oito golos (surpreendentemente, nenhum de penálti). Pode “descarregar” frente à Jordânia, mas aos 38 anos também pode descansar esse jogo.
• Kylian Mbappé (França) Doze golos em dois Mundiais e Chuteira de Ouro em 2022 com hat-trick na final. Ainda assim, a França de Didier Deschamps tende a começar com maior prudência competitiva. Excelente candidato para a Chuteira de Ouro do torneio, menos ideal para liderar só a fase de grupos.
• Erling Haaland (Noruega) O melhor ponta-de-lança do mundo é tentador: 16 golos em oito jogos nas eliminatórias, sem penáltis. Porém, não enfrentou defesas do nível de França — ou mesmo do Senegal — nessa série. É uma grande escolha, mas fica como segunda opção.
• Harry Kane (Inglaterra) — Escolha n.º 1 Melhor marcador em 2018 com seis golos (três de penálti), todos na fase de grupos, incluindo um hat-trick ao Panamá. Voltará a defrontar o Panamá, além de uma Croácia envelhecida e de um Gana com dúvidas defensivas. A Inglaterra mostrou uma postura ofensiva nas qualificações (22-0 em golos nos oito jogos), com Kane a liderar a equipa com oito golos (um de penálti). “Checklist” completo para ser a aposta principal.